Muitas vezes, falamos do um e do outro, da parte e do todo. Não há um todo sem suas parte, e as relações entre as partes e as suas somas é que formam o todo. Não existe um sem o outro. Precisamos do outro para sermos um.Vivemos numa sociedade em que sempre se dividiu em partes, homem-mulhar, adulto-criança, com isso, enfranquecendo o todo e, consequentemente, suas partes. Vivemos jogando no outro tudo o que há de ruim no um.
O desconhecimento de si e de suas relações levou a humanidade a escolhas e comportamentos muitas vezes destrutivos. O outro, fosse quem fosse, pode e até deveria ser extinto se assim fosse do desejo de aguns.
É como se as pessoas observassem o mundo por uma janela muito pequena e vivessem apenas num pequeno pedaço da realidade. Desconhecia-se o tempo como fato histórico e como momento.
Hoje, temos história, documentação cientifica, e acesso á elas. Isto possibilita o conhecimento, a dúvida, e dá direito ás pessoas de pensarem, embora o número de pessoas com exercício destes direitos seja ainda muito baixo.
A ampliação da janela da observação da história, e da realidade momentânea, nos traz importantes aquisições.
Luciana da Silva
Psicóloga-CRP: 06/73261


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